quinta-feira, 26 de março de 2009

Tentando achar...

Tente encontrar a letra escondida. Não é difícil, requer apenas paciência

Tente encontrar o “C”:
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOCOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Continue lendo para outros…

Tente encontrar o “N”:
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMNMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM

Tente encontrar o 6!

9999999999999999999999999999999999
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9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
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9999999999999999999999999999999999
9999699999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
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Você pode encontrar o resultado e mais alguns no site:

http://treebeard31.wordpress.com/2006/12/12/find-them/


sexta-feira, 20 de março de 2009

O teu olhar




O que há por trás desse olhar?
Ele é sempre tão imprevisível
Às vezes doce e contente
Toma-me de repente

Outras vezes frio e distante
Por outra galáxia viajando
E te pego pensando
Nas árvores que o vento esta balançando

Sempre que olhas procurando-me
Fujo buscando abrigo contra essa paixão
Só para não mergulhar na imensidão
Desse teu olhar

Quantas palavras traduzidas
Num silêncio sem sentido
Num olhar vazio e perdido
Que rodeia nossas vidas

Mas não é preciso falar
Basta apenas que me olhe
E me entenderás

Quando perceber o que quero dizer
Vai olhar e realmente ver
Que o vento passa
Carregando as folhas
E eu continuo sentada esperando você


Stephanie Rodrigues

Autopsicografia





O poeta é um fingidor.

Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.


De Fernando Pessoa

quinta-feira, 19 de março de 2009

Brincando de poeta




Hippie de repente
Romântica por acidente
Só queria te beijar
Em frente desse mar

Sentir o brilho do seu olhar
E a energia que emana da sua alma
Aquele sentimento de amar
Sob o céu estrelado
Com você do meu lado

Tomando para mim
Toda a felicidade do mundo
Desenhando nossos nomes na areia
Correndo para os seus braços

Sentar na janela desse mundo
Ver o rio que passa ali em baixo
Deixando o tempo nos levar
Para o fundo do caminhar
Quando enfim nos encontraremos


Stephanie Rodrigues